CUIDEMOS DA NATUREZA, ELA É LUZ!

Mercêdes  Pordeus
 
Era uma manhã, a luz do sol  já despontara
Os pássaros voavam,  e como numa festa
Aos bebedouros, paulatinamente chegavam
Quanto mais luz do sol, mais passáros
Arrodeavam aqueles coloridos bebedouros
No fundo repletos de  pequenos cristais.
 
A natureza plena e bela recebera o sol
Com um doce "bem vindo", bela anfitriã!
O sol em reciprocidade desejou-lhe: – Lindo dia!
Em que não lhe tocassem  de modo devastador
Mas, que a respeitassem com o merecido fulgor.
 
Assim foi começando um lindo dia
Com a plena luz do nosso Astro Rei
Pássaros e borboletas, sem parar bailavam
E coloriam ainda mais aquele belo quadro
Parecia uma obra de arte em acabamento.
 
Acabamento dado pelo ARQUITETO do UNIVERSO
Esse ARQUITETO, com a luz natural embalava a terra
Confiou ao homem a guarda de um bem imprescidível
Para a vida, e para o homem respirar, amar, governar
Mas esse homem, pobre arquiteto terreno, omitiu-se.
 
Não deu ouvidos a voz do Criador do Universo
Passou a transgredir, e a devastar a natureza
Que impolorava por clemência pois ela queria
Fazer sua luz resplandecer, ir nos quatro cantos da terra
Mas o homem, fingiu-se surdo e logo devastou as matas.
 
Aterrou os rios se alí fez sua moradia, mas o rio só queria
Correr e correr livre e naturalmente pelas margens a fora.
Por quê o homem, então não quis ouvir a voz do Senhor?
E não se tornou seu verdadeiro mordomo na natureza?
Seu guardião, assim Deus o oportunizou e determinou.
 
É tão difícil assim, cuidar bem dessa riqueza
Cujo valor inestimável, Ele o Senhor nos confiou?
Daquilo que Deus nos presenteou graciosamente?
Como consequência mais uma vez a terra tremeu.
Quem dera fosse o último fenômeno dessa natureza.
 
 
Ajude-nos Senhor, a cumprirmos vosso querer nessa jornada
Não nos deixe ferir ainda mais a Natueza, já tão fragilizada.
E  nos abençoai para que possamos ter a luz do sol a brilhar
E  possamos ser a Luz do Mundo, cumprindo vossa vontade 
Sermos vossos mordomos, como assim  é o vosso determinar.
 
Que nos amemos uns aos outros
Podendo assim refletir um pouco
A luz que emana de ti e do nosso interior
E que sempre nos abençõe Mestre e Senhor.
 
Em 07/01/2005
 
Publicado em:
– TERRA LATINA, Antologia Internacional (2005) ISBN 85-905170-2-
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